Rebuliço no último curso do ano de Gestão de Serviços para Help Desk e Service Desk

Rebuliço no último curso do ano de Gestão de Serviços para Help Desk e Service Desk

Tempo de leitura: 3 minutos

Nos recentes dias 24, 25 e 26 de outubro aconteceu o último curso de Gestão de Serviços para Help Desk e Service Desk de 2018.

E gerou indignação completa nos meus alunos, hahaha.

Caos, caos… A gente nunca prevê todas as circunstâncias e situações.

Porém, antes de tudo, uma introdução…

Introdução

Sete alunos estavam lá.

Lotação quase completa, não fossem duas desistências de última hora que, além de tirarem lugares de possíveis outros colegas, ainda me obrigaram a carregar material didático e livros de volta a Porto Alegre. Essa última parte é pior, pois um velho fraco e molenga como eu mal consegue carregar a mala da patroa a bordo.

Very well…

Tudo transcorria como deveria ser no primeiro dia.

Surpreendente, às 11:20 da manhã Fernando Baldin apareceu na sala, deixando-me mais espantado que ladrão em cavalo roubado, tchê!

Vinha pagar um almoço por débito adquirido e convidei-o a sentar.

Porém, vendo o confortavelmente instalado junto aos alunos, resolvi inverter o jogo.

— Fernando, venha cá e fale um pouco da sua experiência como diretor da maior empresa de prestação de serviços do Paraná (agora não sei mais se o é; foi comprada pela Quality S.A.)“.

Ele topou e gastou 20 minutos até ser interrompido para a hora do almoço (pontualmente 12:00 senão nos danamos na praça de alimentação do shopping Pátio Paulista).

Na quarta-feira — dia seguinte — massacrei meus alunos no tocante às suas definições de metas e objetivos.

Ficaram fulos comigo, espernearam e fizeram juras de ódio.

Eu sou danado, polêmico, chato e persistente. Quero o bem deles.

Não aceito saírem do curso com ideias que contemplam especulações fantasiosas arrebanhadas.

Sim, eu sou foda ferrenho.

Melhor eu ser durante o curso (que é um laboratório da vida real) do que um cliente ou chefe puxar a tampa do bueiro no exato momento em que você passa. Não deixo darem sopa ao azar.

Do terceiro dia

Duas visitas espetaculares!

Ricardo Mansur, autor de vários e vários livros sobre governança de TI presenteou-nos com uma macrovisão do Brasil, dos aspectos de baixa produtividade e como nós, gestores de centros de suporte, somos os culpados por esse problema.

Também veio com livros para sortear entre os alunos, donde vários sortudos voltaram para casa com, além dos meus quatro livros, ainda mais um de bônus.

À tarde a psicóloga Jaqueline deu uma deixa sobre os problemas que pessoas portadoras de TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) causam no ambiente de trabalho. Quem mais sofre são os colegas devido às interrupções, barulhos irritantes e outros comportamentos que a pessoa apresenta (motivados, é claro, por questões neurológicas e genéticas).

Também testemunhou seus quatro anos à frente de uma equipe de seleção de funcionários e indicou pistas sobre como fazer uma triagem de candidatos e não contratar baseado apenas em simpatia ou achismos.

É como dizem, o preguiçoso trabalha dobrado. Quer fazer uma contratação às pressas, logo ali já está demitindo e começando tudo de novo. E não adianta culpar a pessoa desligada, mas sim quem mal contrata!

O rebuliço!

Ao final do curso sempre peço feedback positivos e negativos aos participantes.

E todos reclamaram (de pleitear, requerer, pedir) mais tempo para os convidados, hahaha.

Tudo culpa de Fernando Baldin que, em vez de vir almoçar comigo, resolveu xeretar o meu estilo de ministrar cursos. Porém… Tal reclame é positivo!

O grupo aprecia profissionais calejados que transmitem suas ideias e experiências aos alunos.

Todos ganham.

Fico feliz com as oportunidades de melhoria.

Serão implantadas no curso de 20-21-22 de fevereiro de 2019.

Conclusão

Aliás…

Acelere-se, pois três vagas estão reservadas.

Sobram apenas seis.

www.4hd.com.br/calendario

Oh, yeah!

Abrazon

EL CO

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *