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Desmistificando o Catálogo de Serviços

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Essa semana gravei um bate-papo em vídeo com um dos meus mais importantes mentores. O André Jacobucci. E o assunto foi o Catálogo de Serviços.

 

O Catálogo de Serviços é o segundo assunto mais procurado no ITSM na Prática (perde só para “certificação ITIL Foundation). E isso demonstra:

 

1 – O Catálogo  é uma preocupação de toda organização de TI (se ainda não é a sua, assista o vídeo e veja porque deveria ser).

 

2 – Muita gente ainda tem dificuldade de entender os seus conceitos e como implementá-lo na prática.

Neste vídeo o André e eu falamos sobre:

 

  • A ideia fundamental por trás do Catálogo de Serviço.
  • A busca interminável pelo “template ideal” e o segredo para criar um modelo de Catálogo que realmente funcione 
  • A diferença entre o Catálogo de Serviço e o Catálogo de Requisições
  • O “lado escuro” do Catálogo (no sentido de ser uma faceta que você provavelmente não conhece) e os benefícios dele
  • Como integrar o Catálogo à ferramenta de gestão de serviços e porque isso é importante.

 

Além disso, também respondemos as principais perguntas de leitores sobre Catálogo de Serviços.
Para conferir o vídeo basta acessar o link a seguir:

workshop-catalogodeserviços

Assista aqui o vídeo que vai desmistificar o Catálogo de Serviços

Não dá pra perder. 😉

Gostou do assunto? Leia mais esse artigo sobre o Catálogo de Serviços.

Sobre o autor

Renê Chiari

Evangelista em Gerenciamento de Serviços. Certificado ITIL® Service Manager, ITIL® Expert, ISO/IEC 20000 Manager e COBIT.

Construiu sua carreira em grandes corporações do ramo de TI e consultorias especializadas, atuando como consultor e instrutor em dezenas de projetos.

É um dos fundadores do ITSM na Prática. Tem dezenas de artigos publicados e é autor do pocket book "ITIL na Prática: Gerenciando Problemas de Infraestrutura e Serviços de TI".

1 comentário

  • Excelente troca de ideias! Gostaria de encontrar alguma fonte que discuta prós e contras de uma Central de Serviços cuja única entrada para incidentes e requisições seja o auto-atendimento via web. Neste caso, teríamos que construir uma categorização do chamado sem que o usuário tenha que discernir entre um incidente e uma requisição para q seja atendido. A probabilidade de ele errar ou de tender para registrar mais incidentes (enquanto deveria ser uma requisição) é muito grande. O retrabalho na categorização do chamado fica enorme e as distorções nos relatórios também. Como tratar melhor essa situação? Agradeço desde já.

por Renê Chiari

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